INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO PROCESSO PARA A FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO UTILIZANDO OS SINAIS FRACOS DAS ORGANIZAÇÕES

Tânia Craco, Alice Munz Fernandes, Maria Emilia Camargo, Uiliam Hahn Biegelmeyer, Gabriela Zanandrea, Danielle Nunes Pozzo, Rejane Remussi

Resumo


Inteligência Competitiva (IC) consiste em uma ferramenta capaz de auxiliar no monitoramento dos ambientes acerca do reconhecimento de seus sinais fracos e de interpretações que possibilitem a prospecção de cenários novos favoráveis a atual realidade das empresas. Sob essa perspectiva, desenvolveu-se um estudo analisando duas organizações de grande representação nacional nos segmentos em que atua (metal mecânico e comércio varejista), localizada na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, sendo que uma possui IC implantada e outra não adota tal ferramenta de gestão. O método de pesquisa utilizado possui abordagem qualitativa por meio de um estudo de caso. Como técnica de coleta de evidências, desenvolveram-se entrevistas semiestruturadas com os gestores das empresas, onde se constatou que para a efetiva implantação da IC é imprescindível à participação da gestão e a centralização das informações, observando-se que o maior obstáculo enfrentado durante tal processo refere-se ao aspecto cultural relacionado ao compartilhamento e reconhecimento de fontes confiáveis de informações. Comparativamente, a empresa que apresenta IC procura antecipar e modificar possíveis cenários, trabalhando com os sinais fracos, em contrapartida a outra empresa volta-se aos sinais fortes desenvolvendo um planejamento estratégico direcionado às ameaças da concorrência ao invés da antecipação de oportunidades.


Palavras-chave


Inteligência Competitiva

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.24883/ric.v6i2.163

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(e-ISSN 2236-210X – DOI 10.24883)

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